quinta-feira, janeiro 22, 2026
“Tarde demais para esquecer” “ An affair to remember” filme de 1957 com Cary Grant e Deborah Kerr
Um romance. Ambos eram comprometidos. Eu devo ter assistido muito muito pequena...um homem muito desejado era noivo, e encontra uma jovem com o casamento agendado. Apaixonam-se. Separam-se mas combinam se rever 6 meses depois, no alto do Empire State ( devia ser o mais alto edificio do mundo nos anos 50) - inesquecivel ....... " a love affair is borned at first embrace, a flame to burn thorough eternity, so take my hand ....and we may share a love affair to remember"....escutar essa beleza musical por inteiro com Nat King Cole e se assistiu o filme..."era bonito ver amores que o destino separava"....choravam todos e todas. Aprendi a amar filmes muito cedo. Hoje fabricam tantos filmes com homens de corpo avantajado tentando destruir terras, inimigos diistantes ou vizinhos, em corridas de carros velozes. A letra arrebata. Podemos transferir esse imenso amor, dizem transcender... com a velhice e os acontecimentos, prosseguimos e transcendemos. O que me lembrou desse filme ( riam muito pois estou rindo) foi a minha dor nas costas e encontrar um casal comprando mmedicamentos. A esposa fica esperando o marido Ignacio voltar pois foi circular olhando prateleiras...e ela enquanto espera me conta que acaba de realizar uma cirurgia de cataratas! E, como num espelho, duas idosas olham-se e trocam palavras de empatia. Cada qual sai com seu medicamento . Talvez o marido tenha pago para ela, talvez, eu pago todos os meses, os meus. Mas a dor nas costas me alertou que eu ainda felizmente posso andar, dirigir, fazer as compras, viajar. E a linda personagem, bem todos choram! Coincidentemente. O filme foi indicado como melhor figurino, a melhor trilha sonora, a melhor fotografia. Eles tocam-se com afeto, olham-se, sorriem, sussuram, muito sentimento naquelas almas, e a trilha sonora nos captura pois foi composta de maneira magistral, com uma letra de amor atemporal e universal. Quantas vezes ouvir ? Take my hand, take my hand, take my hand. Apaixonante poder segurar e confiar. cores , temas, tecidos e significados meus! 22 de janeiro de 2026, Maria Lucia Zulzke - as dores minhas, os sonhos meus, o meu presente agora.
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